Em um ano, letalidade da covid entre crianças cai no Brasil

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Pais ainda devem permanecer atentos para evitar contágio

Foto: Pixabay/Divulgação

Um levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, mostrou que a taxa de letalidade da covid-19 caiu de 8,2% para 5,8% entre crianças e adolescentes que foram hospitalizados por SRAG (síndrome respiratória aguda grave) no comparativo entre 2020 e 2021.

Apesar dos números otimistas, a pediatra Andreza Juliani Gilio explica que os pais devem permanecer atentos com os cuidados para evitar o contágio e a transmissão do vírus por parte das crianças, sobretudo, no retorno às salas de aula.

“Se a criança apresentar algum sintoma, é importante que ela fique isolada, em contato com apenas uma pessoa da família, até sair o resultado do teste. O mesmo vale se alguém da família testar positivo para a covid-19, a criança tem que se afastar da escola por pelo menos 14 dias até que se prove que ela não contraiu o vírus”, explica a médica.

A pediatra ressalta que não há necessidade de cuidados extras dentro de casa, como manter o uso de máscara após a volta da escola, se os protocolos de segurança estiverem sendo seguidos corretamente no ambiente escolar. “Quando a criança chegar em casa é só lavar a mão e trocar de roupa”, afirma.

“É importante destacar o papel dos pais nesse retorno à escola, porque eles também têm a responsabilidade de não ir em festas, de deixar a criança em contato só com pessoas da casa para que ela não corra o risco de se contaminar”, orienta Andreza.

Segundo a pediatra, apesar da incidência da covid-19 ser menor entre crianças, o teste deve ser realizado por aquelas que apresentarem qualquer sintoma gripal, seja coriza, febre, tosse, dor no corpo ou dor de cabeça.

“Algumas crianças com covid só têm febre, então tem que ser testado, ainda mais na pandemia em que a primeira opção vai ser sempre pensar em coronavírus. Além disso, estamos na época de outros vírus circularem, como o influenza e outros vírus respiratórios”, afirma a especialista.

A pediatra destaca que ainda não há estudos conclusivos que expliquem o porquê de a covid-19 encontrar mais dificuldade para se desenvolver de forma grave no organismo das crianças. 

Fonte: R7

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