Ex-diretores do Hospital Metropolitano, servidores e empresário são alvos de operação da Polícia Civil em Várzea Grande

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Os outros investigados que trabalhavam no hospital já haviam sido exonerados pelo Estado

Ex-diretores do Hospital Metropolitano, servidores e empresário são alvos de operação da Polícia Civil
Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

A Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Civil, informou que ex-diretores do Hospital Metropolitano, servidores e o dono da  empresa LB Serviços Médicos Ltda são alvos da ‘Operação Espelho’, deflagrada nesta quinta-feira (24), com objetivo de investigar irregularidades na execução de contratos de serviços de médicos plantonistas para a unidade de saúde (contratos 098/2020/SES/MT e 102/2020/SES/MT).

Foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão em desfavor da ex-diretora do Hospital Metropolitano, da fiscal dos contratos, da empresa investigada e do seu proprietário. O sócio administrador da LB Serviços Médicos Ltda é Luiz Gustavo Castilho Ivoglo. 

Contra o proprietário da empresa, a ex-diretora, o ex-diretor técnico e o ex-superintendente administrativo do hospital também foram decretadas medidas cautelares determinando a proibição de frequentar a unidade hospitalar, de manter contato com os demais funcionários dos quadros do hospital e entre si.

Contra a fiscal dos contratos foram decretadas medidas cautelares determinando a limitação do exercício da função pública, impedindo-a de ser designada para a função de gestora ou fiscal de contratos e a proibição de manter contato com os demais suspeitos. Os outros investigados que trabalhavam no hospital já haviam sido exonerados pelo Estado.

Também foi determinada a suspensão dos pagamentos relativos aos contratos 098/2020/SES/MT e 102/2020/SES/MT para a empresa investigada.

As medidas judiciais foram decretadas pela juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

As ordens são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Colíder. A ação contou com o apoio da Delegacia Fazendária (Defaz) e da Delegacia de Polícia de Colíder.

A apuração teve início após a Deccor receber uma denúncia de que a empresa contratada para fornecer médicos plantonistas para o HMVG, nas especialidades de clínica, estaria disponibilizando número de médicos inferior ao contratado.

A CGE estimou, em relação aos dois contratos investigados, um prejuízo decorrente das irregularidades encontradas no valor de R$229.752,50.  

Fonte: Olhar Direto

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