Medeiros cita lealdade de caminhoneiros com Bolsonaro, mas pede fim de protesto

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O parlamentar ressalta a importância dos caminhoneiros para a economia brasileira, mas neste momento é necessário unir forças para evitar que a inflação cresça, prejudicando principalmente os mais pobres

Foto: Divulgação

A paralisação dos caminhoneiros em vários estados brasileiros, inclusive em Mato Grosso, vem mobilizando várias lideranças ligadas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O objetivo é liberar as estradas e evitar prejuízos econômicos para o país. Uma das lideranças que estão tentando negociar com os caminhoneiros é o deputado federal José Medeiros (Podemos), vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal.

“Mantive contato com lideranças nacionais e locais dos caminhoneiros. Em Mato Grosso, pedimos que os caminhoneiros que estão manifestando na BR-364, na saída de Cuiabá sentido Rondonópolis, liberem a rodovia. Mesmo com a decisão da Justiça determinando a liberação dos 11 pontos com manifestação em Mato Grosso, os caminhoneiros querem manter a paralisação em apoio ao governo Bolsonaro. Em nome do Governo Federal, agradecemos o apoio, o carinho e a lealdade, mas ontem (quarta-feira) o presidente fez um pedido para que as estradas fossem liberadas. Qualquer desabastecimento será debitado nas costas do presidente, principalmente por pessoas que querem o impeachment”, frisa Medeiros em conversa por telefone com um grupo de caminhoneiros de que estão na BR-364. (vídeo anexo)

O parlamentar ressalta a importância dos caminhoneiros para a economia brasileira, mas neste momento é necessário unir forças para evitar que a inflação cresça, prejudicando principalmente os mais pobres.

“O Brasil depende dos caminhoneiros. É uma categoria que tem uma força enorme e um papel importante na economia. Eles foram fundamentais nas manifestações de 7 de setembro e vão nos ajudar nesse momento tão importante para o nosso país. A pandemia já impactou a economia, provocando aumento nos preços. Precisamos dos caminhoneiros para reverter essa situação e contornar essa crise que é mundial”, comenta Medeiros.

Um dos líderes do movimento no estado, Adavilson Azevedo, disse que a paralisação é uma resposta a atuação antidemocrática do Supremo Tribunal Federal (STF), que vem atuando para desestabilizar o governo Bolsonaro.

“Os caminhoneiros estão em estado de alerta em apoio ao presidente Bolsonaro, em defesa da liberdade e pela igualdade entre os Poderes”, disse Azevedo.

Em áudio divulgado nesta quarta-feira (8), Bolsonaro fez um apelo aos caminhoneiros para que colocassem um fim na paralisação.

“Bloqueios atrapalham a economia, provocam desabastecimento, inflação, prejudicam todo mundo, em especial os mais pobres. Dá um toque, se possível, para liberar (as rodovias). Pra gente seguir a normalidade. Não é fácil conversar por aqui (em Brasília) com outras autoridades, mas a gente vai fazer nossa parte e buscar uma solução para isso”, disse o presidente na gravação.

Fonte: Assessoria

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