Mato Grosso é penúltimo estado com taxa de atraso de 2ª dose contra covid-19

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O painel interativo acompanha o esquema vacinal no Brasil

Foto: Chico Ferreira/Gazeta Digital (GD)

Mato Grosso é o penúltimo estado a registrar taxa de atraso da segunda dose da vacina contra a covid-19, de acordo com o primeiro boletim VigiVac, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O painel interativo acompanha o esquema vacinal no Brasil.

Conforme os dados, Mato Grosso aparece em penúltimo lugar, no ranking entre os estados brasileiros com a maior parte da população sem receber a segunda dose, em questão de porcentagem. Existe uma taxa de atraso de 5,7% no território mato-grossense.

Já o Ceará, por exemplo, apresenta 33% da sua população sem receber o segundo imunizante, liderando o ranking de atraso. Entretanto, ao levar em consideração o número de indivíduos sem a segunda dose, Mato Grosso sobe de posição, sendo o 21º estado com maior número absoluto de pessoas que não completaram a imunização.

Segundo o painel, 65.535 mato-grossenses não receberam a segunda dose. São Paulo, por sua vez, lidera esse ranking, com mais de 1,2 milhão de pessoas esperando pela imunização completa.

Em relação aos laboratórios, a Coronavac é a vacina que os mato-grossenses mais aguardam receber para completar a imunização. Ao menos 30.140 pessoas que receberam a Coronavac no estado não tomaram a segunda dose, representando 24,5% da taxa de atraso.

Em seguida, 33.256 pessoas esperam pela imunização completa da Astrazeneca, com taxa de atraso de 6,5%. Por fim, 2.139 dos vacinados com a Pfizer também estão atrasados, em 0,4%.

A fundação ressaltou que a vacinação com a Pfizer começou recentemente, em comparação com as outras, e que a quantidade de indivíduos em possível atraso ainda é pequena.

A análise levou em consideração os registros feitos até o dia 15 de setembro de pessoas que estavam com a 2ª dose atrasada por mais de 14 dias da data prevista.

Ainda de acordo com a Fiocruz, o atraso pode “comprometer seriamente a efetividade das vacinas no país”. “É de extrema importância realizar este monitoramento para promover ações que atuem de forma assertiva na resolução do problema”, afirmou a fundação.

Fonte: Gazeta Digital

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