EUA: jovens se vestem de idosas para receber vacina da covid-19

Segundo autoridades da Flórida, mulheres teriam cerca de 20 anos e tinham recebido a primeira dose da vacina no Estado

Jovens se vestem de idosas para receber segunda dose de vacina da Pfizer na Flórida
CHRISTOF STACHE/AFP

Duas mulheres “na casa dos 20 anos vestidas de idosas” tentaram ser vacinadas com a segunda dose contra covid-19, mas a idade foi detectada após a revisão de suas carteiras de identidade em um posto de vacinação na Flórida.

Ambas chegaram com boné, luvas e óculos ao posto de vacinação do Orange County Convention Center, no centro da Flórida, estado onde a prioridade são os maiores de 65 anos.

O caso foi relatado ao gabinete do xerife do condado, no centro da Flórida, que observou que as mulheres tinham menos de 65 anos.

As mulheres, no entanto, carregavam um cartão válido para a primeira dose da vacina, disse Raúl Pino, oficial de saúde de Orange County, em entrevista coletiva.

“Não sei como conseguiram da primeira vez, mas vieram com luvas, óculos, tudo, e provavelmente têm 20 anos”, disse Pino.

O funcionário ressaltou que o número de pessoas tentando falsificar suas identidades é provavelmente maior do que se acredita.

O número de pessoas vacinadas na Flórida com uma população de mais de 21 milhões é de 2,43 milhões. Destes, 1,13 milhão já recebeu as duas doses exigidas pelas vacinas dos laboratórios Pfizer e Moderna.

Além dos maiores de 65 anos, por enquanto, apenas as pessoas que residem em centros geriátricos e os que cuidam deles e o pessoal de saúde na linha de frente da luta contra o covid-19 podem ser vacinadas.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, disse nesta quinta-feira que 42% dos maiores de 65 anos que moram no estado já receberam a vacina contra o covid-19 e anunciou um aumento no número de doses que chegam semanalmente.

Desde 1º de março de 2020, mais de 1,8 milhão de pessoas foram infectadas na Flórida e 29.990 morreram de covid-19, o que coloca o estado em terceiro lugar em número de casos e quarto em mortes, nos gráficos da Universidade Johns Hopkins.

Fonte: R7

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