Selma Arruda acusa Centrão de trabalhar contra o país e articular impeachment de Bolsonaro

De acordo com a senadora, a arquitetura da possibilidade de impeachment não parte de partidos derrotados na última eleição, como os opositores PT e MDB, mas sim do "Centrão", que em sua opinião, está trabalha por interesses próprios.

Em 20/05/2019 02:33:00 na sessão Política

A senadora Selma Arruda (PSL) afirmou que os partidos que compõe o "Centrão" não estão trabalhando a favor do país e que articulam um impeachment contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). A declaração foi dada em solenidade na Câmara de Cuiabá, realizada nesta segunda-feira (20), em que a juíza aposentada foi homenageada. 

De acordo com a senadora, a arquitetura da possibilidade de impeachment não parte de partidos derrotados na última eleição, como os opositores PT e MDB, mas sim do "Centrão", que em sua opinião, está trabalha por interesses próprios.

"Isso não está sendo arquitetado por aqueles partidos que foram derrotados. Isso ai não é coisa do PT, do MDB. Isso é coisa do Centrão, que é um conjunto de partidos sem personalidade e que vai para onde o vento leva", disse a senadora em entrevista a jornalistas.

"O Centrão infelizmente está trabalhando contra os interesses do nosso país, está trabalhando contra o enxugamento da máquina estatal, está trabalhando contra nosso desenvolvimento, por interesses próprios. Por interesses da velha política, ou seja, a troca de cargos", afirmou.

A senadora também minimizou as manifestações ocorridas em todo o país, inclusive em Mato Grosso, em repúdio ao contingenciamento anunciado pelo Governo Federal às universidades e institutos federais.

Para a parlamentar, a redução nos gastos também se aplica em outras áreas e que houve um exagero por conta do que acontece na educação.

"Isso já se estendeu para segurança e o contingenciamento foi geral. O que acontece é que fizeram um escândalo por conta da educação. As reivindicações são absolutamente descabidas, pois não houve um corte como querem dizer e sim um contingenciamento. É segurar um pouquinho o orçamento e daqui a pouco, se melhorar, volta a ser como era. É um contingenciamento de 3,4% e não de 30% como estão dizendo. Claro que isso tudo faz parte de uma propaganda negativa que se quer fazer para desestabilizar o governo do Bolsonaro", finalizou.

Fonte: Olhar Direto



Por Olhar Cidade 20/05/2019 02:33:00

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